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quarta-feira, 13 de junho de 2012

Novas


Água. PS pede ao governo reestruturação de serviços mantendo "titularidade" na esfera pública

Por Agência Lusa, publicado em 13 Jun 2012 - 14:16 |

http://www.ionline.pt/portugal/agua-ps-pede-ao-governo-reestruturacao-servicos-mantendo-titularidade-na-esfera-publica


PCP vai recomendar ao Governo medidas para o “correcto aproveitamento” do projecto do Alqueva

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Eu não pedi um Plano Nacional de Barragens


Eu não pedi um Plano Nacional de Barragens:
Não pedimos nenhum plano que envolvesse a destruição de 10 troços de rio, que custasse ao Estado e aos consumidores 16 mil milhões de euros, e que oferecesse uma produção líquida de energia eléctrica de zero mega watts!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Vamos barrar as barragens?



"Porque é que a construção da barragem de Foz Tua em Trás-os-Montes deve interessar a um lisboeta ou um algarvio? Porque esta, mais as outras barragens e os parques eólicos vão levar Portugal a ter a eletricidade mais cara do mundo em poucos anos. Uma plataforma de ONGA fez as contas e o Plano Nacional de Barragens vai custar ao Estado 16 mil milhões de euros, entre juros bancários, subsídios e pagamento de obras. Também são números, os de um crescimento insustentável, que justificam a destruição da Linha do Tua"

O mesmo se poderá dizer em relação à Barragem do Baixo Sabor?...

domingo, 7 de agosto de 2011

A água e o capitalismo



O que tem a chuva que este ano caiu - e cai ainda - abundantemente a ver com o capitalismo? Tem tudo a ver com a electricidade e com o arroz. Explicando melhor: com as barragens cheias, o negócio da electricidade da EDP - que vai ser privatizado em benefício de empresas alemãs - será certamente rentável e lucrativo. Por outro lado, com tanta água para regadio, seria um perigo que os produtores de arroz fizessem crescer quantidades suficientes para alimentar o pequeno Portugal, pois lá se ia o negócio de alguém; portanto, a UE define quotas máximas de produção de arroz, para que alguém venda o seu.